IV Oficina de Iniciação à Observação de Aves - 27/09/2013  

Diferentemente das duas oficinas anteriores, nas quais os temas teóricos e a prática de observação foram realizados em dias diferentes, a IV Oficina de Iniciação à Observação de Aves aconteceu durante o dia inteiro, no sábado, dia 27/09/2104, no Jardim Botânico de Porto Alegre, unindo prática e teoria.  

Outra diferença é que a oficina foi realizada na primavera, estação mais favorável à observação de aves, devido à grande movimentação nas atividades de nidificação.  

A terceira diferença é que fomos acompanhados durante todo o período da manhã por uma equipe de reportagem da RBS-TV, que fez duas matérias, entrevistando alunos e o diretor técnico-científico do COA-POA, Glayson A. Bencke e mostrando algumas aves que ocorrem no Jardim Botânico. A primeira matéria, com entrada ao vivo, foi veiculada no Jornal do Almoço e outra gravada para o RBS Notícias, o jornal local do início da noite. Os links para as matérias são:  

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/jornal-do-almoco/videos/t/edicoes/v/jardim-botanico-de-porto-alegre-tem-observatorio-de-passaros/3658273/  

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/rbs-noticias/videos/t/edicoes/v/jardim-botanico-teve-oficina-para-observacao-de-passaros/3659042/  

A oficina iniciou às 8 horas da manhã, com a formação de um primeiro grupo de alunos que, orientados por Glayson Bencke, iniciaram bem cedo as observações no Jardim Botânico. Muitos estavam tendo o primeiro contato com um binóculo e as orientações iniciais foram de como utilizar esta ferramenta. Seguiu-se um passeio de aproximadamente 60 minutos, durante o qual diversas espécies de aves foram observadas pela primeira vez por alguns alunos.  

Por volta de 8:45 h um segundo grupo, liderado por Cybele Marques e Maria do Carmo Both, também realizou um passeio. Todos retornaram para um breve café, antes do início dos módulos teóricos.  

Walter Hasenack deu as boas vindas aos 26 participantes e discorreu brevemente sobre a história do COA no Brasil, sobre os objetivos do COA-POA e sobre a página que é mantida na internet.  

O programa teórico foi semelhante às edições anteriores, mas como os participantes já haviam realizado uma pequena observação pela manhã, algumas perguntas surgiram e deram lugar a interessantes debates. As palestras técnicas foram as seguintes:  

  • O que são as aves e porque observá-las - por Ma. do Carmo Both
  • Os principais grupos de aves que compõe a avifauna do Rio Grande do Sul - por Glayson A. Bencke.
  • Onde e quando observar aves - por Cybele K. Marques
  • Como observar - por Ma. do Carmo Both
  • Como registrar as observações - por Walter Hasenack
  • Dando nome às aves e como identificá-las - por Ma. do Carmo Both
  • Os principais guias de identificação e ferramentas eletrônicas - por Glayson A. Bencke.  

Finalizando a parte teórica da oficina, Walter Hasenack teceu comentários sobre o COA-POA, as próximas atividades do clube e como associar-se.  

Por volta de 17:00 h todos voltaram a campo para realizar as últimas observações do dia, atividade que foi um pouco prejudicada pelo tempo frio e ventoso, mas que serviu para dar aos participantes uma ideia dos desafios inerentes à atividade.  

Ao final da oficina alguns alunos aproveitaram a oportunidade para associar-se ao COA-POA, bem animados com os objetivos do clube.

 


Foto: Walter Hasenack

 

 

Foto: Walter Hasenack

 

Foto: Walter Hasenack

 

Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 

Numa manhã linda de sol, já com ares de primavera e muitas vocalizações das aves, saímos para observação de aves no Jardim Botânico às 8h, num grupo de 15 pessoas. Destaque para a “observadora-mirim” Joana, filha do associado Fabio, que espiou muito atenta as aves com binóculos! Registramos 35 espécies. Já antes de iniciarmos a caminhada vimos um gavião-miúdo carregando um galhinho, certamente construindo um ninho nas redondezas! Ao redor do lago perto da administração dois joão-tenenéns,  um pia-cobra e um tucão ficaram bem visíveis por bastante tempo. Um casal de fim-fins alimentava-se dos frutinhos do cacto rabo-de-rato. Seguimos até o outro lago, para procurar aves na floração das corticeiras-de-jardim, e elas não nos decepcionaram: duas tirivas-de-encontro-amarelo , uma delas com luteísmo (um indivíduo assim, talvez o mesmo, é visto há uns dois anos por Porto Alegre!), estavam por ali. Também um beija-flor-preto-de-rabo-branco jovem. Até gostaríamos de ficar mais tempo observando mas resolvemos retornar à escolinha e dar início à reunião, que iniciou pouco depois das 9h, com Walter Hasenack  dando as boas-vindas a todos e também com a presença de um membro da diretoria do COA de Santa Maria, Nicolas de Figueiredo, que estava por acaso no Jardim Botânico e juntou-se a nós ainda no momento da observação! Glayson Bencke fez alguns comentários sobre as aves registradas no dia.

Walter destacou doações feitas pelo associado Jefferson Silva de dois materiais onde este colaborou com suas excelentes fotografias: Guia de aves do campus da Unicamp e arredores e também um pequeno guia fotográfico em formato de folder de Aves dos Pampas, estes distribuídos entre os presentes. Nossa biblioteca vai crescendo...

Walter ainda falou sobre as nossas próximas atividades programadas para setembro: o evento JardinAção (no Jardim Botânico) no domingo dia 14,  a saída para a RPPN da UNISC em 20/21 e a Oficina de Observação de aves no dia 27.

Na sequência Fabio Duarte comentou rapidamente sobre a saída a Barra do Ribeiro em 17 de agosto, sempre um ótimo local para observações. Também, saciando nossa curiosidade, mostrou algumas provas de impressão para as fotos do varal, que serão impressas em uma chapa sintética rígida, o que confere mais resistência, durabilidade e possibilidade de muitas maneiras de expor o material! Vai ficar lindo!

Maria do Carmo Both seguiu a programação com “Observando aves na Catalunha”, relatando suas impressões sobre recente viagem à Espanha, mostrando algumas espécies avistadas e principalmente o cuidado com as áreas naturais e as instalações para observação de aves por lá.

Fizemos o intervalo sob a figueirona em frente ao prédio, aproveitando o dia lindo.

Depois disso, Sandra Contreras Rodriguez, nossa associada colombiana, realizou a palestra interessantíssima “Um breve olhar sobre a Colômbia e sua avifauna”. Sem dúvida nos trouxe muitas informações sobre este país com imensa variedade de espécies de aves (são 1889!), nos mostrando o porquê desta diversidade através de um passeio pelas várias regiões do país, deixando todos com vontade de conhecer algumas das áreas protegidas sobre as quais ela nos falou. Para baixar a apresentação, clique >>AQUI<<.

Ainda o visitante Nícolas, do COA de Santa Maria, falou da ideia de realizar um encontro estadual de COAs no próximo ano, o que seria muito interessante, aliado quem sabe a uma saída conjunta a alguma área a combinar!

 

Para baixar a lista de aves observadas, clique >>AQUI<<.

 

 Foto: Walter Hasenack

 

 

  Foto: Walter Hasenack

 

  Foto: Walter Hasenack

 

 

  Foto: Walter Hasenack

 

 

Num sábado chuvoso, às 9h, iniciamos nossa reunião com 13 presentes. 

Walter Hasenack abriu a reunião mostrando algumas alterações em nosso cronograma, decididas em reunião de diretoria ocorrida no dia 26 de junho:

- o evento em comemoração ao Dia da Ave, marcado para 5 de outubro na Redenção, coincide com o dia das eleições, portanto optamos por alterar data e local, ficando o mesmo marcado para dia 4 de outubro (um sábado) no Parque Zoológico de Sapucaia do Sul. Neste dia também será apresentado um “varal fotográfico” com fotos de aves do RS feitas por membros do COA. Sobre isto, Fabio Duarte, responsável pelo Núcleo de Fotografia, vai passar mais informações ao grupo. A princípio, serão escolhidas 30 imagens (podem ser enviadas até 5 por pessoa) e o COA vai patrocinar a impressão. Nossa ideia é expô-las em vários locais a partir deste dia; 

- a saída dos dias 18 e 19 de outubro, que seria para D. Pedro de Alcântara, mudou de local: será para a Estação Ecológica de Aratinga e ReBio Mata Paludosa; 

- a ida ao Morro do Coco, planejada para 15 de novembro, foi cancelada por um ótimo motivo: fomos convidados a participar do Festival de Aves Migratórias em Mostardas (entre os dias 13 e 16 de novembro), onde vamos ministrar a Oficina de Iniciação à Observação de Aves e também expor o varal fotográfico! 

Walter também comentou alguns assuntos que foram tratados na reunião da diretoria. Já que contamos com algum dinheiro em caixa, decidimos investir em alguns binóculos de qualidade, para serem utilizados por participantes das saídas ou oficinas. Em relação à Oficina marcada para 27 de setembro, está confirmada, com mesmo conteúdo que as anteriores mas com algumas mudanças na forma, pois será feita em um dia inteiro, mesclando-se a parte prática com a teórica para que fique mais estimulante. 

Também nos mostrou mais um livro recebido de doação para nosso acervo: o Atlas Ambiental do Litoral Médio do RS, editado pela UCS, doado pelo coautor da obra e associado ao COA-POA Cristian Marcelo Joenck. O livro está à disposição dos sócios. Alguns participantes sugeriram que o nosso site tenha mais links para livros virtuais, então colaborações são bem vindas! 

Em seguida, César Santos nos mostrou um relato com muitas fotos da saída do COA-POA ao Parque Estadual do Espinilho, e também de áreas rurais de Uruguaiana e Quaraí visitadas na mesma viagem. Destaque, entre tantas aves avistadas, muitas delas ameaçadas, para o primeiro registro do pica-pau-anão-barrado (Picumnus cirratus) no RS! A conversa sobre o Parque Estadual do Espinilho, que conta hoje apenas com uma gestora e um guarda cedido, trouxe considerações sobre como o COA deve se posicionar em relação à proteção das aves e de seus ambientes. Outro assunto relacionado foi o uso de playback, que pode ser danoso se utilizado sem critérios. Assim, será elaborado um código de ética para orientação aos membros do COA, que vai ficar à disposição no site. César ainda aproveitou para agradecer a calorosa recepção que parte do grupo teve antes e depois da visita ao Espinilho, por parte da Sra. Gina Bellagamba e Sr. Ricardo Oliveira. 

Após um intervalo, o Dr. Demétrio Luis Guadagnin, do Departamento de Ecologia da UFRGS, que proferiu a palestra principal da manhã, proporcionou momentos de reflexão bem instigantes sobre caçar ou não caçar, trazendo dados científicos e uma boa dose de filosofia. Ele foi muito além do tema caça e introduziu teorias gerais de conservação e uso de recursos naturais pela humanidade no planeta. As trocas de ideias durante a apresentação do Dr. Demétrio foram muito construtivas e certamente todos os presentes seguem refletindo sobre o assunto. Após duas horas de palestra, com o relógio já passando 20 minutos do meio-dia e com o jogo do Brasil no mundial de futebol por iniciar, resolvemos encerrar a reunião. Como a conversa estava longe de acabar, aproveitou-se para fazer um convite ao palestrante para que, em alguma oportunidade futura, voltasse a abordar o tema em uma reunião do COA-POA. 

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

Como estava previsto pela meteorologia, o dia amanheceu com chuvas e a atividade de observação não foi realizada. 

Assim, a reunião, da qual participaram 21 pessoas, iniciou às 9 horas com o interessante relato do associado Ruben Poerschke, que contou o que viveu em 21 dias de campo no estado do Pará. Com belas imagens feitas por ele, mostrou a grande diversidade de aves existente nos fragamentos de floresta nativa que ainda restam na região visitada, a maioria delas desconhecida para nós gaúchos, com destaque para uma foto da harpia. Também deu seu testemunho dobre a impressionante alteração ambiental causada pelo homem, que substituiu enormes áreas de florestas por pastagens e lavouras. Contou também alguns aspectos da realidade social do lugar, dividido entre grandes fazendeiros, proprietários de enormes extensões de terras e pequenos agricultores, assentados em pequenos lotes agrícolas, sem nenhuma infraestrutura, que têm como única alternativa servir de mão de obra barata aos grandes latifundiários. Relatou a deficiente infraestrutura das cidades, com escolas e ruas em péssimo estado de conservação e falta de energia elétrica, comparando esta realidade com as excelentes estradas particulares dentro das fazendas, que têm também pista de pouso de aviões e diversas outras facilidades, que nas cidades não há. 

Seguiu-se a comemoração pelos 5 anos de reativação do COA em Porto Alegre, denominado desde 16/05/2009 de COA-POA, quando os presentes brindaram pela passagem deste importante marco na trajetória do COA-POA. O presidente Walter Hasenack lembrou como foi a reunião de reativação, falou de alguns momentos dessa trajetória de 5 anos e discorreu sobre planos futuros do clube. 

Uma excelente palestra com o título "Os Parques Eólicos e as Aves no Rio Grande do Sul" foi proferida pelo biólogo Jan Karel Felix Mähler Jr.  Ele apresentou um resumo da sua experiência nos estudos antes, durante e após a implantação dos parques eólicos de Osório. Por haver sido o primeiro parque eólico do Estado, mostrou como o início do monitoramento foi um momento de incerteza, pois havia somente estudos fora do Brasil. Hoje, como uma história de quase 10 anos, os dados obtidos no monitoramente destes parques eólicos pioneiros, dão subsídios para que novos empreendimentos desta natureza sejam instalados com critérios mais seguros, minimizando o impacto ambiental. Jan Karel discorreu sobre a sistemática de monitoramento de colisões de aves com os aerogeradores, relatando alguns dos resultados obtidos, assim como as espécies mais atingidas, detalhando também o comportamento de algumas delas durante o voo, ao depararem-se com os geradores. Após a apresentação seguiu-se uma longa e interessante discussão sobre as exigências de monitoramento, que ainda não são padronizadas, impedindo que dados obtidos em diferentes empreendimentos sejam comparados. Ficou clara a necessidade da Fepam unificar os critérios exigidos em diferentes empreendimentos, para que os dados obtidos nos monitoramentos possam ser comparados e daí retiradas conclusões mais confiáveis. Como estavam presentes alguns ornitólogos que atuaram em monitoramentos em outros Estados do Brasil, foi relatado também como são diferentes as exigências e os critérios dos órgão ambientais nos diferentes Estados que compõe a União. 

 


Foto:Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 

 

Relato da reunião do dia 26 de abril de 2014 no Jardim Botânico

Num dia belíssimo de sol saímos para observação às 8h. Avistamos um total de 26 espécies (nosso máximo observado foi de 36!). O ponto alto foi uma saracura-sanã (Pardirallus nigricans) que ficou um bom tempo dando sopa numa área aberta, bem visível a todos!

Um pouco depois das 9h iniciamos a reunião, com a presença de 20 pessoas. Walter Hasenack nos falou sobre as atividades planejadas para maio, saídas ao Banhado dos Pachecos (dia 18) e observação de aves pelágicas em Torres (dia 24), a reunião do núcleo de fotografia (dia 10) e também nossa reunião periódica (dia 31). Mês cheio!

Estamos muito satisfeitos pois os sócios estão se mobilizando de maneira independente para realizarem as “saídas relâmpago”, e conversamos sobre o melhor modo de organizá-las, para que não entrem mensagens demais na caixa de e-mail de todos. Assim, o e-mail inicial vai para o grupo e a partir daí as combinações seguem pelo Fórum.

Na sequência Fabio Duarte nos brindou com uma apresentação de fotos de nossa ida a Lagoa do Peixe, fotos essas dele mesmo e de alguns dos participantes.

Sílvia Richter nos mostrou fotografias e vídeos da ida ao Parque Estadual de Espigão Alto, com a ajuda do Glayson Bencke na identificação e comentários. Por lá foram registradas 137 espécies de aves! Lugar para entrar na agenda do COA...

Após um pequeno intervalo, Diógenes Machado nos apresentou a palestra “Comunidades de aves campestres no sul do Brasil e suas associações com estrutura de habitat”, que foi o tema de sua dissertação de mestrado defendida recentemente. Esse assunto gerou um bom debate sobre nossos campos naturais e o melhor uso do mesmo para a manutenção das espécies de aves. Falamos sobre a iniciativa “Alianza del Pastizal”, que trabalha para conservar os campos naturais do Cone Sul por meio do incentivo à pecuária sustentável, inclusive com certificação do produto final ao consumidor. Vale acessar o site: http://www.alianzadelpastizal.org/en

Para baixar a lista de aves observadas, clique >>aqui<<

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

Reunião e Assembleia Geral - 22/03/2014

Local: Jardim Botânico - Porto Alegre

Às 8 horas da manhã, dez pessoas estavam prontas para inciar as atividades de observação no Jardim Botânico em Porto Alegre, quando uma chuva repentina frustrou as pretensões do grupo. Ficamos então na escolinha, instalando os equipamentos para a reunião e batendo um papo descontraído, enquanto mais pessoas iam chegando para a reunião, que iniciou às 9 horas.

As boas vindas foram dadas aos que estavam pela primeira vez comparecendo a uma reunião do COA-POA. Eles se apresentaram, assim como aqueles que, apesar de já terem participado de alguma atividade do grupo, ainda são associados recentes e pouco conhecidos da maioria, agilizando a integração de todos.

Vinte e quatro pessoas estavam presentes, quando Kleber Pinto de Oliveira e Jorge Correa Neto iniciaram o relato da viagem que ambos fizeram ao extremo oeste do RS, visitando a cidade de Uruguaiana e seus arredores, bem como o Parque Estadual do Espinilho, em Barra do Quaraí. Kleber iniciou relatando e mostrando fotografias das características físicas, de flora e da mastofauna do Parque do Espinilho, bem como os locais próprios para observação. A seguir Jorge mostrou as excelentes fotografias que fizeram nesta saída, tanto na área do Parque do Espinilho, assim como em outras áreas visitadas, com destaque para o cardeal-amarelo, coperete, suiriri-cinzento, guaracava-modesta, arapaçu-platino, corredor-crestudo, tio-tio-pequeno, bico-reto-azul, caboclinho-de-sobre-ferrugem, caboclinho-de-papo-escuro, maçarico-solitário e capacetinho (este três últimos fora do Parque do Espinilho).

A seguir foi instalada a assembleia geral, presidida por Walter Hassenack e secretariada por Beatriz S. Hasenack. Foi lido o edital da assembleia que então foi declarada aberta. Seguiram-se os relatos das atividades de 2013 e os agradecimentos àqueles que contribuíram com o COA-POA no ano passado. Os presentes passaram a fazer a avaliação final da propsota de estatuto que foi já havia sido enviado a todos os associados do COA-POA no início do ano de 2014 e que recebeu inúmeras melhorias sugeridas pelos mesmos. Walter destacou os pontos fundamentais deste estatuto que foi redigido com base na lei 9.790/99 e aprovado na íntegra, sem modificações por todos os presentes, que pode ser lido em www.coapoa.org/sobre-o-coa/estatuto.

Feito isto, passou-se a nominar os membros integrantes da chapa da diretoria para o exercício 2014, que também foram aprovados por todos e cuja nominata encontra-se em www.coapoa.org/sobre-o-coa/diretoria.

A ata da assembleia foi projetada e todos puderam apreciar os seus dados pessoais constantes neste documento e as últimas correções foram realizados, para que no intervalo que se seguiu, o documento fosse impresso em duas vias.

Após o rápido intervalo, enquanto os presentes firmavam a Ata da Assembleias Geral de Constituição do Clube de Observadores de Aves de Porto Alegre (COA-POA), Jair Kray e Glayson Bencke relataram e ilustraram com imagens uma recente viagem ornitológica que fizeram à região da Missões, cobrindo um roteiro entre São Francisco de Assis e Garruchos, no noroeste do RS. Jair relatou as características botânicas e de relevo da região visitada, fazendo referências a espécies como pau-ferro, cabreúva e canafístula entre outras. Falou também do risco de alagamento que parte da região visitada sofre, em função dos projetos de hidrelétricas projetadas para esta área do Estado. Glayson passou a mostrar belas fotografias de aves feitas por Jair durante a viagem. Na região de S. Francisco de Assis viram entre outras a marreca-cabocla, o frango-d'água-azul e o bacurau pequeno. Em Itacurubi e arredores avistaram a tesoura-do-brejo, o caboclinho, a maria-cavaleira e o maçarico-do-campo, migrante da América do Norte. Mas o melhor estava por vir. Um registro inédito para o Estado foi feito em São Nicolau e relatado pelo Glayson como um presente de aniversário para ele, pois exatamente no dia 12 de fevereiro avistaram, fotografaram e fizeram um vídeo de um grupo de aproximadamente 100 indivíduos de sauveiro-do-norte, espécie de gavião do mesmo gênero do sovi e batante parecido com ele. Ainda em São Nicolau avistaram e fotografaram o caracoleiro, uma ave rapinante com poucos registros no RS. Já em Garruchos, área onde no passado William Belton e Flávio Silva estiveram muitas vezes, fotografaram o bico-virado-carijó e o chocão-carijó.

Durante esta apresentação 20 pessoas assinaram a ata da assembleia e ao final ainda foi realizada uma fotografia para registrar este importante momento na trajetória do COA-POA. 

 

 Foto: Fabio Duarte

 

 Foto: Fabio Duarte

 

 

 

Foto: Fabio Duarte

 

Local: Jardim Botânico - Porto Alegre

Pois a manhã do dia 25 de novembro estava linda, sol e céu azulzinho...às 8h saímos a observar as aves do Jardim Botânico, e dessa vez registramos 36 espécies, algumas delas dando show como a peitica (agora eu não a confundo mais com o bem-te-vi-rajado!), os andorinhões-do-temporal dando rasantes nas copas das tipuanas (caçando insetinhos atraídos pelas flores?), o socozinho paradinho nos galhos na margem do lago...enfim, perfeito!

Às 9h, com 23 presentes, começamos a reunião, com a apresentação de novos participantes e com o Walter apresentando o cronograma de saídas para o próximo ano, com datas apertadas pela falta de feriadões (acho que aqui no Brasil tinha que ser como na Austrália, se um feriado cai no domingo, passa automaticamente para a segunda!).

Kleber na sequência fez relatos das saídas independentes que fez junto a outros amigos do COA, para Barra do Ribeiro (48 espécies registradas), Santo Antônio da Patrulha (92 spp) e Banhado dos Pachecos em duas oportunidades (92 spp).
As pessoas dentro do nosso grupo estão se organizando e fazendo saídas assim, combinando previamente ou mesmo de véspera e trazendo muitas experiências interessantes!

Diógenes nos trouxe o relato e muitas fotos dos 25 dias que passou em trabalho de campo em Goiás, onde registrou 278 espécies de aves, na região de cerrado à oeste de Brasília, e também junto ao Parque Estadual Pirineus e na Serra do Jaraguá.

No intervalo, fomos para a sombra das árvores em frente à escolinha, onde ficamos bebericando chá e conversando muito animadamente!

Logo após, César Rodrigo dos Santos, biólogo, que já participou de 8 temporadas com a Unisinos na Antártida fez a palestra "As Aves do Mundo Gelado". Iniciou nos contando um pouco sobre o histórico da exploração na região e depois nos mostrando o trabalho desenvolvido por lá, que entre outros, efetua o censo anual da população reprodutiva das aves e monitoramento das áreas de reprodução, muda e de alimentação.
Tenho certeza de que todos ficaram fascinados com o relato e com a fotografias, (o que se notou pela grande participação dos presentes através de perguntas constantes) e também com a coragem e disposição dos pesquisadores, ficar 3 meses num refúgio (não, não é na base...) e em barracas não é para qualquer um!

Esta foi a última reunião do ano, e ainda nesta semana daremos detalhes sobre a saída/confraternização do dia 8 próximo! Janeiro e fevereiro é nosso recesso, mas as aves seguem por aí, podemos nos falar e combinar saídas informais, ainda mais que muitos estarão pelo litoral, onde tem muitos lugares bons para passarinhar...

 

Para baixar a lista de aves observadas, clique >>aqui<<

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

Dia de sol, finalmente pudemos realizar observação de aves antes da reunião! Saímos a caminhar pouco depois das 8h, 13 participantes. Foram registradas 36 espécies, com destaque para uma fêmea de fim-fim construindo o ninho, um beija-flor-preto-de-rabo-branco nas flores de pata-de-vaca, um pia-cobra cantando bem à vista, uma fêmea de pica-pau-verde-barrado...Vimos (ou melhor, ouvimos!) a diferença entre a guaracava-de-bico-curto e o tuque, ambos muito bem observados!

Após às 9h começamos a reunião, iniciando com a apresentação de 3 novos participantes. Walter comentou sobre os Núcleos dentro do COA, e que agora foi criado o Núcleo de Educação Ambiental (responsável: Maria do Carmo). Em seguida, Maria do Carmo fez um relato com fotos dos dois eventos do dia da ave, dia 5 de outubro no Parque Zoológico de Sapucaia e dia 6 na Redenção, este exclusivo do COA. Foram mostradas as aves customizadas pelos artistas do Brique, e as mesmas serão fotografadas, terão os autores identificados e serão disponibilizadas no nosso site.

Para o próximo dia da ave se pretende repetir o evento, mas daí com mais planejamento e envolvendo mais os membros do grupo, tanto no planejamento como na execução.

Rosane nos falou um pouco mais sobre o guia digital que o COA ajudará a elaborar para o Batalhão Ambiental da BM, com as espécies de aves mais comuns encontradas nas apreensões.

Após o intervalo, Glayson nos brindou com uma excelente exposição sobre a reavaliação da lista das espécies da fauna silvestre ameaçadas de extinção no RS (que não era atualizada há 10 anos), da qual foi coordenador. Ele nos contou como foi todo o processo de elaboração da lista, que utiliza critério estabelecidos pela IUCN que estima risco de extinção de cada espécie. Neste momento a lista está em fase de homologação e publicação. Foram 129 pesquisadores de 40 instituições, mais 146 colaboradores de mais 46 instituições, num total de 1584 espécies avaliadas (100% dos mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes de água doce!).

Em relação às aves, foram 666 espécies avaliadas, sendo que 91 (14% do total) estão regionalmente ameaçadas (9 regionalmente extintas, 13 criticamente em perigo, 32 em perigo e 46 vulneráveis). Conforme comentava e mostrava alguns exemplos de aves constantes na lista, também nos mostrava onde o COA poderia observá-las! Locais anotados, alguns já nossos conhecidos, como o PE do Turvo, o PN da Lagoa do Peixe, a FloNa de São Francisco de Paula e o Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos!

 

Para baixar a lista de aves observadas, clique >>aqui<<

 

 
Foto: Marco Aurélio Torres Antunes

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

A pauta divulgada era:

08:00 Observação de aves no Jardim Botânico

09:00 Resumo das observações

09:15 Relatos dos associados: Marcelo Meller Alievi - Experiência na reserva Guainumbi/Ubatuba.

09:40 Relatos dos associados: Jorge Correia Souza Neto - Relato de uma saída para Santo Antônio da Patrulha e Banhado do Chico Lomã.

10:00 Intervalo

10:15 Palestra: Luiz Fernando de Souza, Biólogo atuante na Unidade de Assessoramento Ambiental - Divisão de Assessoramento Técnico Ministério Público/RS
Título: Estudo para delimitação de potenciais corredores ecológicos no município de Porto Alegre.

A reunião iniciou às 9h, não houve observação de aves devido à chuva, que estava bem intensa no início da manhã...talvez por isso tivemos poucos participantes, apenas 13 pessoas.

Começamos com a apresentação dos novos membros Jefferson, Camila e Fernanda. Sejam bem-vindos!

Walter comentou que já está em montagem o calendário de saídas para 2014 (estamos ainda abertos a sugestões), destacando que o próximo ano tem poucos feriadões, o que acaba restringindo as saídas longas.

Glayson falou sobre nossa próxima saída, dia 12 em Morro Reuter (mais informações ao longo da semana no site).

Em seguida o Marcelo Alievi nos brindou com muitas fotos tiradas nas suas duas idas à Reserva Guainumbi (http://www.guainumbi.com.br/site/) , que é uma RPPN em São Luiz do Paraitinga (190km de São Paulo), e também ao sítio Folha Seca, em Ubatuba. Ambos locais de mata atlântica que abrigam grande variedade de espécies de aves, que tem sua observação facilitada pelos comedouros que o pessoal instalou. Vale espiar o site! O colega Jorge vai para lá em breve, boa viagem!

Jorge então nos contou - e mostrou fotos - de duas saídas realizadas a Santo Antônio da Patrulha e ao Banhado Chico Lomã, (juntamente com o Osmar e O Kleber) que são locais próximos de Porto Alegre, bem próprios para as "saídas-relâmpago". Foram registradas 91 espécies de aves por lá.

Na sequência, o biólogo Luiz Fernando ministrou uma ótima palestra, falando sobre os corredores ecológicos, que são áreas de conectividade entre pontos de interesse, mostrando que nossa cidade tem áreas naturais fragmentadas e alertando para a pressão que nosso município sofre das grandes empresas do ramo imobiliário. O trabalho de mapeamento de locais prioritários está pronto, resta sabermos quando (e se...) será implantado.

Seguiu-se uma discussão e troca de ideias sobre o real interesse do poder público de defender as causas ambientais, em função de pressões que sofre e conflito de interesses, dado que alguns financiadores de campanhas também são diretamente interessados em ocupação de áreas de grande importância ambiental.  O que se sabe, com certeza, é que a comissão que elaborou o projeto dos corredores ecológicos de Porto Alegre foi dissolvida e não se sabe se o resultado do trabalho desenvolvido será utilizado algum dia.

A Duca falou um pouco sobre o evento que faremos no próximo domingo (em comemoração ao Dia da Ave), no parque da Redenção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Relatório da reunião de 10 de agosto de 2013 (não houve observação de aves pois estava chovendo muito)

Com vinte e duas pessoas presentes, iniciamos a reunião (que foi num clima muito descontraído!) pouco depois das 9h15min, com a apresentação de novos membros presentes.

Marcelo Medaglia na palestra “Parques americanos: contrastes e diferenças com o Brasil”, nos mostrou um pouco da sua experiência nas viagens aos Estados Unidos, destacando o cuidado e o orgulho que as pessoas têm de seus parques e o imenso número destes que existe por lá, nacionais, estaduais e municipais, que têm infra-estrutura perfeita, com muitas opções para os observadores de aves, as quais são vistas com muita facilidade. Mesmo em parques próximos de grandes metrópoles existe uma fauna exuberante inclusive com mamíferos de grande porte avistados, por exemplo em Long Island. Destaque para o “Big Thicket” (Texas) que tem muito de sua área nas matas ciliares ao longo dos rios da região. Também nos mostrou outros locais como Cape Cod, Acadia National Park e White Mountain National Park. Ficamos todos nos perguntando por que aqui não é assim, por que nossas áreas naturais não tem o devido respeito e carinho...

Em seguida Ruben Poershcke, num relato entusiasmado, nos contou sobre sua visita à Patagônia argentina e chilena em janeiro (península Valdés, pinguinera de Punta Tombo, Parques Nacionais da Terra do Fogo, Torres del Paine e Los Glaciares e Laguna Nimez), e iniciou dizendo que nosso vizinhos também têm parques muito bem conservados e organizados...Muitas fotos das paisagens belíssimas e das aves locais ilustraram o momento!

Após um pequeno intervalo, Flávio Silva começa nos propondo uma reflexão (bem apropriada após as palestras anteriores): por que aqui no Brasil é diferente?  E, se mostrando muito satisfeito ao ver o COA progredindo, diz que temos um papel importante na educação das pessoas, que é o único meio de se mudar uma cultura onde as áreas naturais não são valorizadas. A palestra do Flávio foi muito interessante (e divertida, ainda mais nos momentos em que nos mostrou fotos dos anos 70, nos primórdios do COA, onde apareciam alguns dos membros atuais: Beatriz, Ruben, Walter, Rosane e Dorinha). Contou sobre como funcionava a ornitologia da época, quando eram poucas pessoas a trabalhar com aves e não se utilizavam binóculos e sim espingardas (pois era fase de coleta e catalogação). Nos falou de suas muitas viagens por todo o RS na companhia de Willian Belton – que começou a observar aves quando comprou um guiazinho de identificação num mercadinho na Austrália! - e algumas vezes do Sick. Nos contou das dificuldades para a fotografia de aves, quando as lentes eram pesadas demais e não existiam as câmeras digitais, e para fotografar um animal em detalhes era preciso capturá-lo colocá-lo dentro de uma tenda, esperar que se acalmasse e aí sim tirar a foto! Os guias “Aves do RS” e “mamíferos do RS” tem as fotos tiradas desta maneira. E, entre tantas outras histórias que prenderam nossa atenção, nos contou de um acampamento no local conhecido como “Chaleira Preta” (hoje onde fica o Pólo Petroquímico) quando resolveram fundar o COA! Dali surgiram cursos de observação de aves não só aqui no RS mas em alguns outros estados e bastante visibilidade ao grupo na época. Foi muito bom ouvir o Flávio nos contar essas experiências todas, tenho certeza de que todos os presentes se sentiram tocados pelas experiências compartilhadas!

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 

Cumprindo mais uma etapa do calendário anual do COA-POA, em 13/07/2013 realizou-se uma reunião lá no Jardim Botânico. Infelizmente amanheceu chovendo e não pudemos fazer observação de aves...bom, mas pouco depois das 9h iniciamos, como sempre com muitos assunto a tratar:

Walter Hasenack deu as boas-vindas aos presentes (18 pessoas) e comentou sobre nosso calendário até o final do ano;

Glayson Bencke lembrou que ainda há tempo de participar da consulta pública para a nova lista de animais ameaçados do RS através do site
http://www.liv.fzb.rs.gov.br/livcpl/?id_modulo=1&id_uf=23
onde, além de contribuir, podemos pesquisar o status de conservação de cada espécie da nossa fauna;

Gilberto Müller nos brindou com relato de sua viagem (junto com sua esposa Jurema) em maio deste ano ao sul da Bahia, nas localidades de Monte Pascoal, RPPN Veracel e praia de Coroa Vermelha, e nos mostrou fotos de várias espécies de aves registradas;

Cybele Marques fez um relato da saída de 8 de junho último em Torres, para observação de aves pelágicas, quando as mesmas deram show e proporcionaram muitas fotos lindas. Lembrou-nos da importância de levar uma bateria extra para a câmera e também do bom e velho Dramin;

Eduardo Chiarani relatou a saída ao Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos, que ocorreu também no dia 8 de junho, destacando a avistagem de um mocho-dos-banhados bem próximo, um bando de cerca de 200 gaivotas maria-velha e o primeiro registro para o local do trinta-réis-anão. Lembrou que cada vez que o COA visita o lugar registra uma espécie nova para somar às 223 de lá;

Ismael Franz, professor do curso de ciências biológicas da FEEVALE apresentou a instigante palestra "Além do registro: observando e estudando a história natural das aves", inicialmente elogiando a nossa presença numa manhã chuvosa de sábado e depois nos convidando a ir além do registro das espécies, a observar detalhes do comportamento reprodutivo, alimentar, interativo, da plumagem, das diferentes vocalizações, dos ambientes preferenciais das aves...enfim, a ficarmos atentos à história natural das mesmas (o que vai certamente ajudar na identificação). Citou pesquisadores como o Dr.Edwin O. Willis e o Dr. Alexander F. Skutch, que estudaram minuciosamente os hábitos de diversas espécies;

Por fim, Lara Both Palazzo nos deu um breve depoimento sobre a primeira reunião do Núcleo de Fotografia no dia 29 de junho (que contou com 17 participantes) e como já pôde inclusive aplicar dicas recebidas.

 


Foto: Walter Hasenack

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 


Foto: Walter Hasenack

 

 

 
Foto: Walter Hasenack

Na manhã do sábado, dia 15/06/2013, na escolinha do Jardim Botânico em Porto Alegre, o COA-POA promoveu a III Oficina de Iniciação à Observação de Aves.

Com a presença de 37 participantes, Walter Hasenack deu as boas vindas, relatando brevemente a história do COA no Brasil e os Objetivos do COA-POA e as atividades que o Clube desenvolve atualmente.

Seguiram-se as palestras com temas técnicos, apresentadas por Eduardo Chiarani (o que são as aves e porque observá-las) e Glayson Benke (principais grupos de aves que compõe a avifauna do Rio Grande do Sul).

Orientações preciosas para que ninguém "entre numa fria" sobre quando e como observar aves foram dadas aos participantes, de uma forma muito agradável e divertida, pela Maria do Carmo (Duca).

Registrar as observações através de imagens, sons, desenhos ou por escrito é muito importante e Walter Hasenack discorreu brevemente sobre as diversas formas de fazê-lo.

De onde surgem os nomes populares das aves, como é composto um nome científico e dicas de identificação para quem está iniciando na atividade, foram dadas por Eduardo Chiarani, que complementou com as ferramentas que encontramos na internet para auxílio às identificação.

Um breve comentário sobre os diversos guias de campo que há no mercado, suas características, prós e contras de cada um deles, foi dado por Glayson Bencke.

Finalizando a oficina, Walter Hasenack teceu comentários sobre a parte prática da Oficina, que acontecerá durante a saída aberta, no dia 22/06, no Parque Mascarenhas de Moraes, no Bairro Humaitá em Porto Alegre.

A todos os participantes foi oferecido material didático em meio digital e um belo certificado de participação.

 


Foto: Glayson Ariel Bencke

 

 


Foto: Glayson Ariel Bencke

 

 


Foto: Glayson Ariel Bencke