Relato da reunião

Manhã linda de sol, temperatura bem agradável, saímos às 8h em grupo de 13 pessoas, para a observação de aves pelo Jardim Botânico. Foram registradas 19 espécies.

Às 9h iniciamos a reunião, com 22 presentes. Após breve relato sobre as aves avistadas, Jean Carlo Pinheiro dos Santos e Juliano Della Casa, biólogos, apresentaram resultados de seus registros das aves na zona sul de Porto Alegre desde 2009, chamando nossa atenção para o avanço imobiliário na região, em Belém Novo, que afeta diretamente o ambiente das aves. Há na região uma RPPN que ficou como sugestão de visita do COA!

Na sequência, foi feito um relato por Maria do Carmo Both (com as fotos sempre lindas do Fábio Duarte e do Osmar Sehn) de uma  das saídas "independentes" à Barra do Ribeiro, onde foram registradas, numa manhã de um sábado de abril, (Fábio, Duca, Osmar e Diógenes), 83 espécies ao longo da Estrada do Cortado e da estrada de acesso à fazenda Barba Negra. Um local próximo, acesso fácil, vale visitar!

Aurélea Mader em seguida relatou-nos o resultados das fotos dos Maçaricos-de-papo-vermelho (Calidris canutus) com bandeirolas, feitas na saída do COA na Páscoa. Foram 11 registros, os dados foram enviados ao bandedbirds.org, e tivemos que 4 aves foram anilhadas na Argentina, 3 nos EUA, 3 no Canadá e 1 no Chile, e TODAS elas tiveram o primeiro registro no Brasil feito pelo COA! A preocupação com o status da espécie é crescente, pois nota-se decréscimo das populações ao longo dos últimos anos e desde 1997 existe um esforço internacional para o estudo das mesmas, do qual o Brasil faria parte.
Aurélea, junto a outros pesquisadores e entidades, está empenhada na elaboração de um projeto para a marcação das aves aqui no nosso estado. Aqui mesmo no site do COA há mais informações sobre a espécie e sobre as marcações no tópico "notícias".

Após um intervalo, Walter Hasenack fez um "passeio pelo nosso site" e comentou um pouco sobre a história do COA, lembrando que Flávio Silva, um dos fundadores do COA em 1974, estará na nossa reunião de agosto.

Seguindo, José Antônio Fazio Sanabria apresentou-nos a palestra sobre as aves costeiras no nosso estado, que conta com 630km de costa! Mostrou-nos as espécies mais comuns e frisou que o RS é importante sítio de invernada de aves limícolas e que há um declínio generalizado das populações dessas aves migratórias, que dependem da preservação de sítios de interesse e vários países, portanto exigindo esforços internacionais para isso. Destacou que o maçarico-de-papo-vermelho tem aqui no nosso estado um ponto-chave na sua rota migratória de retorno ao hemisfério norte, pois é a partir daqui que vai efetuar a parte mais longa da viagem!

 

 

 

II Oficina de Iniciação à Observação de Aves

Numa bela e agradável manhã de sábado, na escolinha do Jardim Botânico em Porto Alegre, o COA-POA  promoveu a II Oficina de Iniciação à Observação de Aves.

Com a presença de 39 participantes, Walter Hasenack deu as boas vindas, relatando brevemente a história do COA no Brasil e os Objetivos do COA-POA.

A seguir Eduardo Chiarani introduziu os temas técnicos, explicando o que são as aves e porque observá-las.

Glayson Benke discorreu sobre os principais grupos de aves que compõe a avifauna do Rio Grande do Sul, as características principais de cada um deles, bem como citou seus principais e mais conhecidos representantes.

Dicas de onde, quando e como observar aves foram dadas aos participantes, de uma forma muito agradável e divertida, pela Maria do Carmo (Duca). Orientações preciosas para que ninguém "entre numa fria".

Registrar as observações é muito importante e Walter Hasenack discorreu brevemente sobre as diversas formas de fazê-lo, através de imagens, sons, desenhos ou por escrito.

De onde surgem os nomes populares das aves, como é composto um nome científico e dicas de identificação para quem está iniciando na atividade, foram dadas por Eduardo Chiarani, que complementou com as ferramentas que encontramos na internet para auxílio à identificação.

Um breve comentário sobre os diversos guias de campo que existem no mercado, suas características, prós e contras de cada um deles, foi dado por Glayson Bencke.

Finalizando a oficina, Walter Hasenack teceu comentários sobre a parte prática da Oficina, que acontecerá durante a saída aberta, no dia 21/04. Forneceu ainda informações sobre as atividades do COA-POA nos próximos meses, sobre os núcleos em formação, sobre a página do COA-POA na internet e de como os interessados podem fazer para se associar ao COA-POA e participar das atividades regulares.

A todos os participantes foi oferecido material didático impresso e um belo certificado de participação.


 


Foto: Walter Hasenack

 

 

 

 

 

 

Relato da reunião do dia 09 de março de 2013, no Jardim Botânico

A pauta encaminhada anteriormente foi a seguinte:

08:00 Observação de aves no Jardim Botânico

09:00 Resumo das observações

09:15 Os desafios nas saídas

09:20 Apresentação das camisetas

09:30 Relatos da saída à Flona

10:00 Experiência dos sócios: fotografia de aves anilhadas

10:15 Palestra da bióloga Aurélea Mäder, mestre em Diversidade e Manejo de Vida Silvestre, com o título: Avifauna do Parque Nacional da Lagoa do Peixe e arredores: Aspectos ecológicos e impactos antrópicos

11:30 Núcleos do COA-POA

Às 8:15, após aguardar um pouco a chuva fraca parar, saímos a caminhar pelo Jardim Botânico: 19 pessoas participaram da observação, que em 45min registrou 23 espécies, com destaque para uma pomba juriti-pupu (Leptotila verreauxi) que estava muito à vista sobre o parapeito da pontezinha no lago, contrariando seu hábito de ficar dentro da mata, e rendeu boas fotos!  No lago também um savacu posou para as fotografias. As capororocas em frutificação atraiam várias espécies, entre elas sabiá-laranjeira e sabiá-poca. Um gavião-carrapateiro pousado no prédio do Museu e um aracuã também nos chamaram a atenção, entre outras aves.

Às 9h começou a reunião, numa sala do Museu (as próximas serão na "Escolinha" do Jardim Botânico, maior, mais confortável, com ar-condicionado!), com a presença de trinta e uma pessoas! Muitos sócios novos vieram pela primeira vez à uma reunião nossa, essa foi bem longa porque tínhamos muitos assuntos a resolver...

Iniciamos com um relato breve da nossa observação do início da manhã feita pelo Glayson Bencke, e ainda ilustradas com as fotos feitas pelo Marcelo Alievi. Em seguida Walter Hasenack comentou sobre o desafio (que é basicamente a identificação posterior de uma ave que tenha gerado dúvidas durante alguma saída, estimulando a nossa curiosidade e espírito investigativo, além de que, deste modo, o aprendizado vai ser muito mais efetivo do que se simplesmente nos fosse informada a espécie e pronto!), o qual será desvendado ao final de cada dia de saída, quando estamos com os detalhes na memória.

As camisetas do COA nas três cores foram apresentadas em seguida nos tamanhos P, M e G, vestidas por Cybele, Beatriz e Maria do Carmo.

Helena Backes, Osmar Sehn e Jair Kray (não presente, mas enviou os arquivos) compartilharam as fotos tiradas na Flona de São Francisco de Paula durante o carnaval. O relatório final com todas as 120 espécies registradas está em fase de conclusão e em breve estará no nosso site.

Gilberto Müller, engenheiro eletrônico e sócio do COA, apresentou "Experiência com avistamentos de aves limícolas anilhadas encontradas no litoral do RS", relatando que, ao observar suas fotografias de bandos dessas aves, reparou nas anilhas e bandeirolas que algumas possuíam, inclusive que em alguns maçaricos-de-papo-vermelho era possível ler o código da mesma. Através do site bandedbirds.org ele conseguiu compartilhar e descobrir informações sobre as aves, onde foram anilhadas e quando foram reavistadas! Para ficarmos atentos na nossa saída próxima para a Lagoa do Peixe...

Num breve intervalo, cada pessoa presente fez uma rápida apresentação pessoal, e na sequência, Aurélea Mäder iniciou sua palestra, destacando que o PN da Lagoa do Peixe é um dos três locais mais importantes do Brasil para a avifauna migratória e que o COA registrou, em novembro último, 54% das espécies de lá! Aurélea participou de censos e anilhamento de aves migratórias do CEMAVE e no sub-projeto de sexagem de Calidris fuscicollis na barra da Lagoa do Peixe, e de monitoramento de animais encontrados mortos ao longo do nosso litoral, principalmente pinguins, que sofrem com derrames de derivados de petróleo e mesmo com redes de pesca, além de tantos outros animais que morrem devido à ação antrópica.  Também nos mostrou resultados de sua dissertação de mestrado, sobre o efeito da urbanização costeira sobre a distribuição espaço-temporal da avifauna.

Walter lembrou de nossa próxima atividade, a oficina de observação de aves no dia 13 de abril, seguida da saída aberta no dia 21 de abril da Redenção. Apresentou o folder impresso sobre o COA que será distribuído na ocasião.

Com o crescimento do COA aumentam o número de atividades nas quais podemos nos envolver, assim foram criados e hoje apresentados pelos seus respectivos coordenadores os Núcleos:

Fotografia (coordenado por Fabio Duarte), para compartilhar conhecimentos e desmistificar a arte de fotografar as aves;

Facilidades para observação de aves (Gilberto Müller), que começou com a ideia da Edenice de Souza, administradora da Flona, de construir uma torre de observação de aves lá, e vai além, com o COA envolvendo-se métodos de favorecer e incentivar a avistagem de aves em locais privados ou públicos;

Porto Alegre: cidade amiga das aves (Helena Backes), surgiu a partir de um movimento criado na nossa cidade e que visa tornar POA uma cidade mais inovadora em termos de tecnologia, mobilidade, arquitetura e sustentabilidade, e que envolve programas anti-colisão de aves, modos de atraí-las e educação ambiental.

Esses núcleos terão tópicos próprios para participação de quem quiser colaborar/participar no nosso Fórum, em breve.

 

Clique no botão abaixo para fazer o download da lista de espécies avistadas durante a atividade de observação. 

Baixar lista de espécies

 

Fotos da reunião

 

 

 

 

 

No dia 9 de Dezembro de 2012, conforme combinado ao longo dos últimos dias, o COA se reuniu para a confraternização de final de ano lá no Sítio do Ipê, do Walter e da Beatriz, em Lomba Grande. O dia estava perfeito, sol radiante e sem calor exagerado. Estavam presentes: Walter, Glayson, Duca, Diógenes, Rubem, Rita, Osmar, Helena, Lena, Kleber, Marcelo e as meninas Yasmin e Paola!

Começamos com a Helena nos mostrando imagens lindas (a sala da casa transformou-se numa sala de projeções!) da sua ida de novembro, por 6 dias, à Alta Floresta, que se localiza no extremo norte de Mato Grosso. A área é uma RPPN de 5mil hectares, onde fica, anexo,  o Cristalino Lodge. Foram 140 espécies fotografadas e quase 200 registradas, e pudemos ver um exemplo da avifauna riquíssima da região (claro que sempre tem uns mamíferos prá roubar a cena, hehehe). Vale procurar no Google Maps, e constatar que a área é um remanescente da floresta da região...

Na sequência Glayson falou sobre "A contribuição de Hermann von Ihering para as ciências naturais no RS", Von Ihering era alemão, naturalizado brasileiro; médico, filósofo e formado também em História Natural, e teve contribuição importantíssima no estudo de nossa fauna. Ele morou na região de Taquara entre 1880 e 1883, e descreveu a ocorrência de espécies hoje já extintas na região...

Em seguida Glayson ainda fez um rápido balanço de nossas atividades em 2012, foram 11 saídas oficiais, totalizando 20 dias em campo, com 320 espécies registradas (e ainda falta adicionar as da última para a Lagoa do Peixe!), ou seja, 48,4% das espécies do RS, sendo que destas, 31 ameaçadas de extinção!

Bom, depois das apresentaçãos, que transcorreram de modo muito informal e com muitas perguntas e comentários dos presentes, passamos para a sombra da figueira que tem ali em frente, e onde se localiza a churrasqueira! Carne deliciosa, companhia dez, e ainda o bate-papo e a revelação do amigo-secreto durante a tarde...ah, e a melancia!

Segue abaixo a foto do grupo (pena que o anfitrião, Walter, está atrás da lente...), notem a plaquinha que está ao pé da árvore de Natal e que deveria estar na entradinha do sítio mas que chegou depois de todos presentes, hehehe...

Abraços,
Duca

Relato da reunião do dia 27 de outubro de 2012, no Jardim Botânico

 

A pauta, enviada a todos na terça-feira, dia 23, era a seguinte:

1) Início da reunião às 8:00 horas com observação no JB
2) Encontro na sala às 9:00 horas
3) Resumos das observações 9:00/9:15
4) Primeiro desafio 9:15/9:30
5) Apresentação da proposta de reestruturação e aprovação pelos presentes 9:30/9:45
5) Apresentação do relatório da saída ao Turvo elaborado por Glayson Bencke 9:45/10:00
6) Relato da saída ao Turvo por Osmar Sehn 10:00/10:30
7) Palestra sobre guias de identificação com Glayson Bencke 10:30/11:00
8) Revelação do primeiro desafio 11:00/11:15

Em uma manhã nublada mas clara e quente, participaram 8 pessoas da observação no Jardim Botânico, iniciada pontualmente às 8h. Registramos 34 espécies em uma hora! Muito lindo um ninho de alegrinho (em forma de potinho coberto por líquens) já com dois filhotes emplumados mas ainda com penugem na cabeça, sendo alimentados pelos pais. Também muito legal um joão-de-barro ainda filhotão, caminhando pelo chão e recebendo alimento dos pais. E um primeiro registro para o Jardim Botânico de um nei-nei, aquele sósia do bem-te-vi, pousado ao lado do lago; não vocalizou mas uma foto estratégica da Helena mostrou que a faixa branca na cabeça não é unida na parte posterior, diferente do bem-te-vi. Beija-flor-dourado, beija-flor-de-fronte-violeta, savacu, socozinho, foram outras aves que nos chamaram a atenção.

A reunião então iniciou às 9h com 15 pessoas presentes. Walter iniciou os trabalhos falando que toda a reunião iniciará com observação (e que ambos podem eventualmente serem realizados em algum outro local de interesse) e após será feito um relato, passando a assuntos gerais.
Em seguida o Glayson fez um relato breve da saída recém realizada e apresentou o desafio, idéia surgida durante a saída ao Turvo. O desafio é basicamente a identificação de uma ave que tenha gerado dúvidas durante a saída, estimulando a nossa curiosidade e espírito investigativo, além de que, deste modo, o aprendizado vai ser muito mais efetivo do que se simplesmente nos fosse informada a espécie e pronto! O ponto de partida foi um gavião "misterioso", visto rapidamente por muitos e fotografado em voo pelo Walter no Turvo, e que gerou alguns palpites...Haverá  um desafio a cada reunião.

Walter então falou sobre o Plano de estruturação Administrativa, cuja base da organização será:
-trabalho compartilhado;
-atividades programadas;
-popularização das atividades;
-atividades para níveis variados;
-formação de núcleos dentro do clube.

Foram apresentadas sugestões de atividades programadas e possíveis datas para as reuniões do próximo ano. Também listou necessidades urgentes:
-definição do logo (vai para votação em seguida)
-site (já nos foi mostrado o trabalho que está sendo desenvolvido pelo Fábio)
-definição dos objetivos do clube (em andamento)
-designar pessoas para as diferentes atividades (em andamento)
-comunicação rápida e objetiva
-antecipação de ações para cumprir o calendário proposto.

Glayson fez um relato da saída ao PE do Turvo, onde foram registradas 185 espécies. Foi mostrado um modelo de relatório, onde não só é feita apenas uma lista das espécies mas também uma pequena descrição do momento em que cada ave foi observada, assim fazendo com que a memória das nossas saídas fique muito mais rica e útil, inclusive para os administradores das áreas de preservação. Em seguida, falou sobre guias de observação de aves para as espécies do RS ou que as incluam, dando dicas muito interessantes. A lista será disponibilizada aos membros do grupo.

Por fim, a revelação do desafio!
A partir da foto do Walter (que mostrava um gavião grande, claramente um jovem) e da observação no local, o pessoal tinha dois palpites: gavião-preto ou gavião-caboclo. Glayson nos mostrou várias fotos dessas aves em plumagem juvenil, destacando a dificuldade de identificação e os pontos da plumagem que devemos reparar ao ver uma ave dessas, e ainda trouxe animais taxidermizados para comparação. Chegou à conclusão que era mesmo um imaturo de gavião-preto, ainda mais que o ambiente onde foi  visto é o escolhido pela espécie!

Por  fim, acordamos  que discutiremos detalhes e combinações de logística para as saídas somente a partir do Fórum, não mais nas reuniões.

 

 

Aves observadas na saída de campo da reunião do COA–POA

de 27 de outubro de 2012

 

Local: Jardim Botânico de Porto Alegre

Data e horário: 27/10/2012, das 8 às 9h

Condições do tempo: Encoberto, temperatura elevada, sem vento

Número de participantes: 8

Total de espécies registradas: 34

Sequência sistemática e nomes científicos e em português conforme Bencke et al. (2010)[1]

 

Lista das espécies:

 

Nome científico

Nome em português

Ortalis guttata (Spix, 1825)

aracuã

Nycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758)

savacu

Butorides striata (Linnaeus, 1758)

socozinho

Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823)

maçarico-de-cara-pelada

Aramides cajanea (Statius Muller, 1776)

três-potes

Aramides saracura (Spix, 1825)

saracura-do-mato

Zenaida auriculata (Des Murs, 1847)

pomba-de-bando

Leptotila verreauxi Bonaparte, 1855

juriti-pupu

Brotogeris chiriri (Vieillot, 1818)

periquito-de-encontro-amarelo

Thalurania glaucopis (Gmelin, 1788)

beija-flor-de-fronte-violeta

Hylocharis chrysura (Shaw, 1812)

beija-flor-dourado

Furnarius rufus (Gmelin, 1788)

joão-de-barro

Camptostoma obsoletum (Temminck, 1824)

risadinha

Elaenia parvirostris Pelzeln, 1868

guaracava-de-bico-curto

Serpophaga subcristata (Vieillot, 1817)

alegrinho

Pitangus sulphuratus (Linnaeus, 1766)

bem-te-vi

Myiodynastes maculatus (Statius Muller, 1776)

bem-te-vi-rajado

Megarynchus pitangua (Linnaeus, 1766)

neinei

Tyrannus melancholicus Vieillot, 1819

suiriri

Empidonomus varius (Vieillot, 1818)

peitica

Cyclarhis gujanensis (Gmelin, 1789)

gente-de-fora-vem ou pitiguari

Troglodytes musculus Naumann, 1823

corruíra

Turdus rufiventris Vieillot, 1818

sabiá-laranjeira

Turdus leucomelas Vieillot, 1818

sabiá-barranco

Turdus amaurochalinus Cabanis, 1850

sabiá-poca

Coereba flaveola (Linnaeus, 1758)

cambacica

Saltator similis d'Orbigny & Lafresnaye, 1837

trinca-ferro-verdadeiro

Tangara sayaca (Linnaeus, 1766)

sanhaçu-cinzento

Pipraeidea bonariensis (Gmelin, 1789)

sanhaçu-papa-laranja

Zonotrichia capensis (Statius Muller, 1776)

tico-tico

Basileuterus culicivorus (Deppe, 1830)

pula-pula

Agelaioides badius (Vieillot, 1819)

asa-de-telha

Molothrus bonariensis (Gmelin, 1789)

vira-bosta

Passer domesticus (Linnaeus, 1758)

pardal

 



[1] Bencke, G.A.; Dias, R.A.. Bugoni, L.; Agne, C.E.; Fontana, C.S.; Maurício, G.N. e Machado, D. 2010. Revisão e atualização da lista das aves do Rio Grande do Sul, Brasil. Iheringia, sér. Zool., 100(4):519–556.

 

Anexo fotográfico (Fotos: Helena Backes)

 

 

 

 

O Clube de Observadores de Aves de Porto Alegre promove reuniões regulares, conforme programado no calendário anual de atividades.

Essas reuniões têm sido realizadas nas dependências do Jardim Botânico de Porto Alegre, um local privilegiado, pois permite que antes da reunião possa haver uma atividade prática de observação, destinada principalmente às pessoas que estão iniciando na atividade de observação de aves.

Encerrada esta primeira etapa prática, dá-se início à reunião propriamente dita, com os participantes discutindo brevemente as observações realizadas.

Seguem-se relatos e experiências das últimas saídas a campo, com apresentação de imagens, discussão de lista de espécies observadas e discussão de observações interessantes feitas em campo.

Frequentemente são convidados ornitólogos ou outros profissionais, que ministram palestras sobre temas de interesse ornitológico, ou relacionados com a atividade de observação de aves.

As reuniões oferecem aos associados um espaço de aprendizado, troca de experiências e uma oportunidade de participar no planejamento das atividades do clube.

No topo de menu ao lado você encontrará a próxima reunião programada. Abaixo desta, em ordem cronológica, o relato das reuniões passadas.