O parque possui área de lazer e recreação e área de preservação permanente, sendo, portanto, um parque de uso misto.Dos 18,3 hectares de parque, oito são de banhado e seis de reserva ecológica. O ambiente do banhado e a vegetação nativa plantada compõem caminhos e recantos de beleza natural.

Data: 29 de setembro de 2018.

O ponto de encontro será às 7:O0h no Centro de Visitantes localizado no endereço a seguir: Rua Aloísio Filho, 570 - Bairro Humaitá, PORTO ALEGRE.

Vagas: 20 pessoas. Os menores, entre 6 e 16 anos incompletos, não contarão na soma dos participantes.

Transporte: carros particulares (rateio dos custos entre os ocupantes dos veículos).

Alimentação: cada participante deve levar seu lanche.

Atividades: serão definidas no local pela diretoria técnico-científica.

Requisito para inscrição: estar em dia com a anuidade de 2018 do COA–POA.

Menores de idade: nesta saída serão admitidos menores de idade entre 6 anos e 16 anos incompletos, acompanhados de pelo menos um dos pais ou responsável.

Inscrição e detalhes da saída: a inscrição será através do Fórum do COA-POA neste linkAli você também poderá oferecer, solicitar e combinar caronas e esclarecer dúvidas.

As inscrições enceram-se dia 27 de setembro de 2018 às 18:00h.

Observações finais:

  • Leve seu guia de identificação, lista de campo e binóculo.
  • Providencie meios de proteger-se da ação nociva dos raios solares.
  • Providencie meios de transportar água e lanche necessários para a caminhada
  • Se você vai fotografar, não esqueça de levar uma ou mais baterias de reserva (carregadas), bem como cartões de memória suficientes para muitas fotos.
  • Recomendamos não deixar nenhum pertence dentro do carro pois o estacionamento é em via pública.

No dia 08 de julho de 2018, o Clube de Observadores de aves de Porto Alegre – COA/POA realizou sua quarta saída de campo oficial para observação de aves nos municípios de Morro Reuter (MR) e Santa Maria do Herval (SMH). O local é formado por morros que chegam a altitudes de pouco mis de 600 m, com áreas remanescentes consideráveis de Mata Atlântica.

Após o encontro dos sete participantes na entrada de Ivoti, na BR-116, o grupo seguiu até o Rio Loch, divisa entre MR e SMH. Partindo do Balneário do rio Loch, percorremos cerca de 2,5 km pela estrada de terra em meio aos morros, pelo lado direito do rio (que fica em SMH). Retornamos por volta do meio-dia até o ponto de partida, onde foi feito um lanche. A manhã foi toda de céu encoberto e muita neblina no topo dos morros. A temperatura estava baixa e o vento aumentava a sensação de frio. No entanto, a previsão de chuva (que prejudicou um pouco nas inscrições na saída) não se confirmou e não foi preciso usar as capas ou guarda-chuvas.

À tarde o grupo se deslocou até o alto do morro onde fica a antena da Embratel, em Morro Reuter. Lá existe um mirante com uma ampla visão da cidade vizinha (Dois Irmãos) e outras um pouco mais afastadas (Sapiranga, Novo Hamburgo).

No total registramos 57 espécies de aves durante a saída (veja relatório completo), número inferior ao observado em saídas anteriores à região. Em outubro de 2013 foram registradas 84 espécies, em abril de 2015 foram 79 espécies e na saída de maio de 2016, 67 espécies. Talvez o período em que ocorreu a saída dessa vez (inverno) tenha contribuído para essa redução.

Relatório

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No dia 18 de agosto de 2018 o COA-POA realizou mais uma saída a campo para visitação do Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos (RVSBP), no Distrito de Águas Claras, em Viamão-RS. No total foram registradas 94 espécies, listadas em anexo.

Participaram 17 sócios do Clube que se encontraram na Sede do RVSBP às 7:30hs. O dia estava seco, sem vento, temperatura em torno dos 11˚C, muito agradável para observação de aves. A amplitude térmica foi enorme (17˚C), pois à tarde, quando encerramos a caminhada (15hs), já estava em 28˚C.

Fomos recepcionados pelo vigia e em seguida pelo Guarda-Parque Glauber. Fizemos registros em torno da sede, com muitas andorinhas e o taperuçu-de-coleira-branca voando em torno do local. Em seguida nos deslocamos pela Trilha do Cervo, com muitos registros de aves nas capoeiras e pequenas árvores do campo, salientando o quem-te-vestiu, o sanhaçu-frade e um bando enorme de urubus, onde circulavam juntas as três espécies conhecidas e comuns do local (urubu-de-cabeça-amarela, urubu-de-cabeça-vermelha e urubu-de-cabeça-preta). Na parte baixa da trilha encontramos a choca-da-mata e a choca-de-chapéu-vermelho, bem como o pi-puí, entre outras aves. Ao retornar, passamos pela Trilha do Carcará e concluímos estes trajetos com mais de 50 espécies registradas até as 11hs.

Relatório

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No dia 05 de maio de 2018, o COA-POA realizou duas saídas a campo para participar do dia mundial de observação de aves, o Global Big Day. Pelo terceiro ano consecutivo o COA-POA participa desse evento mundial, com vistas a contribuir com registros das espécies no Rio Grande do Sul e incentivar, cada vez mais, a observação de aves. Um grupo, com sete participantes, foi para o Parque Natural Morro do Osso (PNMO), em Porto Alegre, enquanto outro grupo, com nove participantes, foi para o Parque Estadual de Itapuã (PEI), em Viamão. O tempo estava encoberto, com breves períodos de sol e pouco vento, e a temperatura estava amena.

Relatório

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No dia 04 de março de 2018, o Clube de Observadores de aves de Porto Alegre – COA-POA realizou sua primeira saída de campo do ano para observação no Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos, em Viamão, RS. Nessa região se localizam as nascentes do rio Gravataí, um dos afluentes do rio Guaíba. A área de preservação citada possui 2.500 hectares.

Geralmente são percorridas duas trilhas para a observação das aves na Unidade: a Trilha da Barragem que possui várias áreas alagadas, sendo uma zona de planície, com banhados de vegetação baixa, apresentando poucas árvores, todas de pequeno porte e a Trilha do Cervo que está situada numa zona mais elevada, há uma área menor de banhados e mais matas baixas (de restinga), o que possibilita, em parte, a presença de uma avifauna diferente daquela presente na Trilha da Barragem.

Relatório

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Fotos

Nos dias 25 e 26 de novembro de 2017, o Clube de Observadores de Aves de Porto Alegre (COA-POA) realizou, pelo segundo ano consecutivo, uma visita ao Parque Estadual do Tainhas (PET), localizado na região dos Campos de Cima da Serra, no nordeste do Rio Grande do Sul. O PET corresponde a uma unidade de conservação (UC) de proteção integral, criada em 1975, que possui uma área de 6.654 ha, abrangendo porções dos municípios de Jaquirana, São Francisco de Paula e Cambará do Sul.

É uma das poucas UCs de proteção integral do Rio Grande do Sul que incluem extensões significativas de campos naturais (Duarte et al. 2008). O parque ainda é reconhecido como Área Importante para a Conservação das Aves (IBA), dada sua importância para a conservação de aves ameaçadas de extinção (Bencke et al. 2006). Os tipos de vegetação e ambientes encontrados no PE Tainhas são a floresta ombrófila mista (mata com araucária), os campos (estepe gramíneo-lenhosa e estepe parque), os banhados, as turfeiras e os afloramentos rochosos. Estas fitofisionomias fazem parte do bioma Mata Atlântica e correspondem aos chamados Campos de Cima da Serra. O PET conta com uma riqueza de 202 espécies de aves registradas até o momento, das quais cerca de 150 podem ser regularmente encontradas no parque durante os meses da primavera e verão (Eduardo Chiarani, dados não publ.).

Durante a presente excursão registramos 106 espécies de aves, todas dentro dos limites do PET. Um número semelhante ao registrado na saída anterior (foram 109 espécies em 2016), apesar da chuva que teve dessa vez. É um bom número, se considerarmos que em um dia de observações registramos cerca de 70% das espécies que são regulares no parque. Diferente da saída de 2016, dessa vez não houve nenhum registro inédito para o COA-POA (lifers). Em compensação, duas espécies observadas correspondem a novos registros para a UC: o beija-flor-preto-de-rabo-branco (Florisuga fusca) e a andorinha-doméstica-grande (Progne chalybea) (Eduardo Chiarani obs. pess.). Outra novidade nessa saída em relação à anterior foi a presença do caboclinho-de-barriga-preta (Sporophila melanogaster), uma espécie migratória, que no ano passado ainda não havia chegado à área no período em que ocorreu a saída.

Nossos agradecimentos à gestora do Parque Estadual do Tainhas, Ketulyn Füster Marques, e à agente administrativa, Fabiana Pinto Bertuol, por autorizar e apoiar a visita do COA-POA à UC.

Relatório

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Fotos

Vídeos

Vídeo elaborado pela associada Verônica Goidanich.

 

De 12 a 15 de outubro de 2017, o Clube de Observadores de Aves de Porto Alegre (COA-POA) realizou excursão à Estação Ecológica do Taim. A ESEC do Taim possui atualmente uma área de 32.806,31 hectares dentro dos Municípios de Santa Vitória do Palmar e de Rio Grande, na Planície Costeira do RS, formada por terras baixas e planas, com banhados e lagoas. As dunas litorâneas e as falésias adjacentes 'a Lagoa Mirim representam o relevo mais acidentado.

Relatório

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Pela quinta vez desde 2011, o COA-POA visitou o Parque Estadual do Turvo, a maior reserva florestal do Rio Grande do Sul. As fotos recentemente divulgadas de onças-pintadas flagradas no parque serviram como um atrativo a mais aos participantes, além da expectativa de conhecer as aves típicas da região.

Mas... Nada de onças desta vez. Por outro lado, registramos 174 espécies, das quais 135 dentro do parque. Temperaturas muito altas para a época do ano, assim como a antecipação da saída para o início de setembro, mais cedo do que em alguns anos anteriores, são fatores que podem explicar por que não vimos ainda mais espécies em 2017.

Os registros incluíram dois lifers para o COA-POA: o gavião-de-cabeça-cinza e o uirapuru-laranja, este último apenas escutado. Outros destaques foram uma jacutinga bem vista na Lagoa das Marrecas e um bando de taperuçus-velhos sobre a Estrada do Salto.

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Fotos

O COA-POA fez sua quarta visita à Estação Experimental Agronômica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EEA-UFRGS), para observação de aves, no dia 19 de agosto de 2017. A EEA-UFRGS localiza-se no Km 160 da rodovia BR-290, em Eldorado do Sul. Do total de 1.560 hectares, há uma área de 150 hectares destinada à preservação de ambientes naturais encontrados na Depressão Central do Rio Grande do Sul, que constitui uma das poucas áreas ainda não exploradas intensamente pelo homem nesta importante região do estado, onde os biomas Mata Atlântica e Pampa se encontram. No restante da área, aproximadamente 830 ha de campo nativo são utilizados para pesquisa com animais e pastejo (gado de corte e ovinos), 40 ha para pesquisa em horticultura (fruticultura), 56 ha de pesquisa com sistemas silvipastoris e reflorestamento e 180 ha para pesquisa de culturas anuais (culturas para produção de grãos e de pastagens cultivadas). O local conta ainda com diversos açudes (56 ha), além de áreas de preservação permanente e de reserva legal, como matinhas de galeria e banhados.

Relatório

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Fotos

No dia 16 de julho de 2017, o COA–POA realizou sua sexta saída oficial de observação de aves ao Refúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos, em Viamão, RS. Nessa região, localizam-se as nascentes do rio Gravataí, um dos afluentes do rio Guaíba. A área de preservação citada possui 2.500 hectares. Participaram da saída 22 observadores. Em razão desse número de pessoas e para que todos tivessem oportunidade de ter boas observações, o grupo foi dividido em dois, um com 14 e outro com 8 integrantes. Pela manhã, um grupo composto por 8 integrantes dirigiu-se para a Trilha do Cervo e o outro rumou para a Trilha da Barragem. No turno da tarde, as trilhas foram invertidas entre os grupos. As condições climáticas pela manhã foram boas, embora o tempo estivesse encoberto. A temperatura pela manhã estava em torno de 20°C, e no início da tarde houve pancadas de chuva, diminuindo a temperatura consideravelmente. Aumentou a intensidade do vento, razão pela qual o grupo que faria a trilha do Cervo desistiu de percorrê-la.

A Trilha da Barragem possui várias áreas alagadas, sendo uma zona de planície, com banhados de vegetação baixa, apresentando poucas árvores, todas de pequeno porte. A Trilha do Cervo está situada numa zona mais elevada. Há uma área menor de banhados e mais matas baixas (de restinga), o que possibilita, em parte, a presença de uma avifauna diferente daquela presente na Trilha da Barragem. No total foram registradas 99 espécies durante a saída, divididas em 40 famílias, conforme tabela abaixo.

 

Relatório:

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Álbuns de fotos:

 

Entre os dias 15 e 18 de junho de 2017, o Clube de Observadores de Aves de Porto Alegre (COA-POA) realizou sua quarta visita ao Parque Estadual do Espinilho (PEE), no município de Barra do Quaraí, na fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O PEE é uma Unidade de Conservação criada em 1975, com área de 1.617 ha. Algumas das áreas do parque, que ainda não foram regularizadas, são utilizadas para criação de gado pelos proprietários das terras. O parque possui uma formação vegetal única no Brasil, um tipo de savana, onde são encontrados remanescentes de algarrobo (Prosopis nigra), inhanduvá (Prosopis affinis), espinilho (Vachellia caven) e quebracho-branco (Aspidosperma quebrachoblanco). Além dessa vegetação exuberante e rara, o parque também abriga espécies de aves com distribuição muito restrita no Brasil, algumas das quais ocorrem em pouquíssimos locais além do parque, como o cardeal-amarelo (Gubernatrix cristata), o rabudinho (Leptasthenura platensis) e o corredor-crestudo (Coryphistera alaudina).

Esta excursão do COA-POA contou com a participação de 11 associados, um bom número se considerarmos a distância do PEE em relação a Porto Alegre, por exemplo. São 700 km de estrada para se chegar ao parque partindo da capital gaúcha, uma longa viagem, que leva cerca de 10 horas. No entanto, o esforço foi recompensado com a observação de muitas (e raras) espécies. Ao todo registramos 112 espécies de aves durante a presente excursão, considerando a área do parque e seu entorno. Dentre os registros mais expressivos podemos destacar o pica-pau-anão-barrado (Picumnus cirratus), espécie que foi registrada pela primeira vez no Rio Grande do Sul pelo COAPOA, em 2014, também no PEE (Santos et al. 2015); a marreca-asa-branca (Dendrocygna autumnalis) e o pato-de-crista (Sarkidiornis sylvicola), duas espécies de anatídeos (marrecas e afins) com poucos registros no Estado e que foram registradas pela primeira vez em saídas do COA-POA. Igualmente importante é salientar o registro dos “espinilheiros” típicos: cardeal-amarelo (G. cristata), rabudinho (L. platensis), corredor-crestudo (C. alaudina), picapauzinho-chorão (Veniliornis mixtus), ui-pí (Synallaxis albescens), entre outros. Também não podemos deixar de mencionar o banhado às margens da estrada Pai Passo, onde registramos nove espécies de anatídeos, três espécies de mergulhões e duas batuíras em um único lugar.

Relatório

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Fotos

Lista de saídas